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	<title>Blog WebPlanos de Saúde</title>
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	<description>Os melhores planos de saúde em um só lugar</description>
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		<title>Rejeição dói tanto quanto queimadura, diz estudo</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 14:11:15 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias de Saúde]]></category>
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		<description><![CDATA[A dor da rejeição não é apenas uma figura de expressão ou de linguagem, mas algo tão real como a dor física. Segundo uma nova pesquisa, experiências intensas de rejeição social ativam as mesmas áreas no cérebro que atuam na resposta a experiências sensoriais dolorosas. “Os resultados dão novo sentido à ideia de que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt;line-height: 14.25pt;background: white"><span>A dor da rejeição não é apenas uma figura de expressão ou de linguagem, mas algo tão real como a dor física. Segundo uma nova pesquisa, experiências intensas de rejeição social ativam as mesmas áreas no cérebro que atuam na resposta a experiências sensoriais dolorosas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt;line-height: 14.25pt;background: white"><span>“Os resultados dão novo sentido à ideia de que a rejeição social ‘machuca’”, disse Ethan Kross, da Universidade de Michigan, que coordenou a pesquisa</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 14.25pt;background: white"><span><a href="http://www.webplanos.com.br/blog/wp-content//bombeiro.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2321" src="http://www.webplanos.com.br/blog/wp-content//bombeiro-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A dor da rejeição não é apenas uma figura de expressão ou de linguagem, mas algo tão real como a dor física. Segundo uma nova pesquisa, experiências intensas de rejeição social ativam as mesmas áreas no cérebro que atuam na resposta a experiências sensoriais dolorosas.<br />
“Os resultados dão novo sentido à ideia de que a rejeição social ‘machuca’”, disse Ethan Kross, da Universidade de Michigan, que coordenou a pesquisa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 9.0pt;margin-right: 0cm;margin-bottom: 9.0pt;margin-left: 0cm;line-height: 12.75pt;background: white"><span>Os resultados do estudo serão publicados esta semana no site e em breve na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 9.0pt;margin-right: 0cm;margin-bottom: 9.0pt;margin-left: 0cm;line-height: 12.75pt;background: white"><span>“A princípio, derramar uma xícara de café quente em você mesmo ou pensar em uma pessoa com quem experimentou recentemente um rompimento inesperado parece que provocam tipos diferentes de dor, mas nosso estudo mostra que são mais semelhantes do que se pensava”, disse Kross.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 9.0pt;margin-right: 0cm;margin-bottom: 9.0pt;margin-left: 0cm;line-height: 12.75pt;background: white"><span>Estudos anteriores indicaram que as mesmas regiões no cérebro apoiam os sentimentos emocionalmente estressantes que acompanham a experiência tando da dor física como da rejeição social.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 9.0pt;margin-right: 0cm;margin-bottom: 9.0pt;margin-left: 0cm;line-height: 12.75pt;background: white"><span>A nova pesquisa destaca que há uma interrelação neural entre esses dois tipos de experiências em áreas do cérebro, uma parte em comum que se torna ativa quando uma pessoa experimenta sensações dolorosas, físicas ou não. Kross e colegas identificaram essas regiões: o córtex somatossensorial e a ínsula dorsal posterior.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 9.0pt;margin-right: 0cm;margin-bottom: 9.0pt;margin-left: 0cm;line-height: 12.75pt;background: white"><span>Participaram do estudo 40 voluntários que haviam passado por um fim inesperado de relacionamento amoroso nos últimos seis meses e que disseram se sentir rejeitados por causa do ocorrido.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 9.0pt;margin-right: 0cm;margin-bottom: 9.0pt;margin-left: 0cm;line-height: 12.75pt;background: white"><span>Cada participante completou duas tarefas, uma relacionada à sensação de rejeição e outra com respostas à dor física, enquanto tinham seus cérebros examinados por ressonância magnética funcional.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 9.0pt;margin-right: 0cm;margin-bottom: 9.0pt;margin-left: 0cm;line-height: 12.75pt;background: white"><span>“Verificamos que fortes sensações induzidas de rejeição social ativam as mesmas regiões cerebrais envolvidas com a sensação de dor física, áreas que são raramente ativadas em estudos de neuroimagens de emoções”, disse Kross.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 9.0pt;margin-right: 0cm;margin-bottom: 9.0pt;margin-left: 0cm;line-height: 12.75pt;background: white"><span>Fonte: <a href="http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/rejeicao-doi-tanto-quanto-queimadura-diz-estudo-03042011-4.shl">Info</a></span></p>
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		<title>Cáries podem ser contagiosas, diz pesquisa</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 17:18:40 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[cáries]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos sabem que é normal pegar um resfriado ou uma gripe. Mas é possível pegar uma cárie? Pesquisadores afirmam que isso não só é possível, como também ocorre o tempo todo. Embora a culpa recaia sobre os doces, as cáries são causadas principalmente por bactérias que se aderem aos dentes e desfrutam das partículas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos sabem que é normal pegar um resfriado ou uma gripe. Mas é possível pegar uma cárie? Pesquisadores afirmam que isso não só é possível, como também ocorre o tempo todo.</p>
<p>Embora a culpa recaia sobre os doces, as cáries são causadas principalmente por bactérias que se aderem aos dentes e desfrutam das partículas que sobraram da sua última refeição. Um dos subprodutos criados por elas é ácido, causando a degeneração dentária.</p>
<p>Assim como o vírus da gripe pode ser transmitido de pessoa para pessoa, as bactérias causadoras dessas cáries também podem. Uma das bactérias mais comuns é a &#8220;Streptococcus mutans&#8221;. Desde recém-nascidas, as crianças são particularmente mais vulneráveis a ela, e estudos comprovam que a maioria delas contrai essa bactéria de pessoas próximas por exemplo, quando a mãe resolve experimentar a comida do filho para ver se não está muito quente, afirma Margaret Mitchell, de Chicago, dentista especializada em odontologia estética.</p>
<p>Diversos estudos também apontam que a transmissão pode ocorrer entre casais.</p>
<p>Mitchell já viu isso na prática. &#8220;Uma vez, uma paciente de aproximadamente 40 anos, que nunca havia tido uma única cárie, apareceu com duas cáries de uma vez, já começando a desenvolver uma gengivite&#8221;, ela disse. Ela ficou sabendo que a paciente havia começado a namorar um rapaz que não ia ao dentista havia 18 anos e que tinha gengivite.</p>
<p>Para diminuir o risco, Mitchell recomenda o uso frequente de fio dental e bastante escovação, além de chicletes isentos de açúcar, pois estimulam a salivação, limpando as placas e as bactérias.</p>
<p>Resultado: as cáries podem ser transmitidas de pessoa para pessoa.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/896662-caries-podem-ser-contagiosas-diz-pesquisa.shtml">Folha de São Paulo</a></p>
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		<title>Programa de incentivo é solução ineficaz para planos de saúde, diz Idec</title>
		<link>http://www.webplanos.com.br/blog/index.php/2011/03/programa-de-incentivo-e-solucao-ineficaz-para-planos-de-saude-diz-idec/</link>
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		<pubDate>Thu, 31 Mar 2011 16:23:14 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Planos de Saúde]]></category>
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		<description><![CDATA[Ao enviar sua contribuição à consulta pública de número 38 da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), que trata da criação do programa de incentivo à qualificação de prestadores de serviços na saúde suplementar, o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) mostrou ressalvas ao programa. Na opinião do Instituto, a criação do programa é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao enviar sua contribuição à consulta pública de número 38 da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), que trata da criação do programa de incentivo à qualificação de prestadores de serviços na saúde suplementar, o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) mostrou ressalvas ao programa.</p>
<p>Na opinião do Instituto, a criação do programa é ineficaz para resolver os problemas enfrentados pelos consumidores. Além disso, a entidade acredita que a implantação do mesmo deve ser bem mais clara e precisa.</p>
<p>“A proposta do programa deixa de estabelecer de modo claro os atributos de qualificação dos prestadores, como se dará sua quantificação e seus possíveis resultados práticos, além de não definir as metas e os indicadores de monitoramento da qualidade assistencial para avaliação dos prestadores”, disse a advogada do Instituto, Juliana Ferreira.</p>
<p><strong>Propostas</strong><br />
Ainda conforme o Idec, a ANS precisa estabelecer critérios claros e compulsórios de qualidade do serviço prestado pelos <a href="http://bit.ly/dgcrft">Planos de Saúde</a>.</p>
<p>“O Idec sugeriu que a minuta da norma apresentada não fosse aprovada, bem como que a ANS reavaliasse a maneira como regulará a qualidade dos serviços prestados pelos planos de saúde, de forma a garantir efetiva melhoria na prestação de serviços”, finalizou Juliana.</p>
<p>Fonte:<a href="http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2011/03/31/programa-de-incentivo-e-solucao-ineficaz-para-planos-de-saude-diz-idec.jhtm"> UOL </a></p>
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		<title>São Cristóvão Saúde promove diversas palestras de saúde</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 14:34:47 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[WebPlanos]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Saúde São Cristóvão]]></category>

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		<description><![CDATA[Para o mês de abril, a instituição preparou temas variados para discutir com toda a comunidade, beneficiários e profissionais da saúde. Os eventos acontecerão no próprio hospital, localizado na Rua Canima, 25 – Mooca, São Paulo. Para qualquer palestra, os interessados devem se inscrever pelo telefone: (11) 2029-7617. As vagas são limitadas e, no dia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para o mês de abril, a instituição preparou temas variados para discutir com toda a comunidade, beneficiários e profissionais da saúde. Os eventos acontecerão no próprio hospital, localizado na Rua Canima, 25 – Mooca, São Paulo. Para qualquer palestra, os interessados devem se inscrever pelo telefone: (11) 2029-7617. As vagas são limitadas e, no dia de cada encontro, serão arrecadados alimentos não perecíveis para serem doados às instituições assistenciais. [www.saocristovao.com.br/hospital].</p>
<p><a href="http://bit.ly/a7PViB">São Cristóvão Saúde</a> &#8211; Administrado pela Associação de Beneficência e Filantropia São Cristóvão, o grupo São Cristóvão Saúde é constituído pelo Hospital e Maternidade Geral, Plano de Saúde e Hotel Recanto São Cristóvão, localizado em Campos do Jordão. Tradicional no atendimento à saúde, a Instituição completa 100 anos, em 2011, e vem promovendo uma grande modernização, através da nova gestão administrativa, dirigida pelo Engº Valdir P. Ventura, em sua estrutura física e tecnológica, investindo em equipamentos, certificações e profissionais qualificados. Atualmente, o Hospital e a Maternidade contam com 220 leitos, além do Centro Ambulatorial que realiza, diariamente, mais de mil consultas, proporcionando qualidade assistencial às 62 mil vidas do <a href="http://bit.ly/dgcrft">Plano de Saúde</a>.</p>
<p><a href="http://www.webplanos.com.br/blog/wp-content//palestras1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2312" src="http://www.webplanos.com.br/blog/wp-content//palestras1.jpg" alt="" width="500" height="200" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=150971">Portal Fator</a></p>
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		<title>Contra tirania da magreza, gordos lutam para ser respeitados</title>
		<link>http://www.webplanos.com.br/blog/index.php/2011/03/contra-tirania-da-magreza-gordos-lutam-para-ser-respeitados/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 15:33:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>webplanos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Planos de Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[A vendedora nem diz bom dia e já avisa que naquela loja não tem roupa para o seu tamanho. Na seleção de emprego, o entrevistador diz que seu currículo é ótimo, mas que você não se encaixa no &#8220;perfil&#8221; da empresa. &#8220;Um sujeito gordo também pode fazer coisas extraordinárias&#8221; Na escola, seu nome próprio foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.webplanos.com.br/blog/wp-content//obesos-01.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2307" src="http://www.webplanos.com.br/blog/wp-content//obesos-01-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A vendedora nem diz bom dia e já avisa que naquela loja não tem roupa para o seu tamanho. Na seleção de emprego, o entrevistador diz que seu currículo é ótimo, mas que você não se encaixa no &#8220;perfil&#8221; da empresa.</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/895003-um-sujeito-gordo-tambem-pode-fazer-coisas-extraordinarias.shtml">&#8220;Um sujeito gordo também pode fazer coisas extraordinárias&#8221;</a></p>
<p>Na escola, seu nome próprio foi substituído por &#8220;baleia assassina&#8221;, e parece que ninguém se importa com isso. Se as agressões verbais passam à ameaça física, não se esperam reações.</p>
<p>Até que, um belo dia, você revida. Foi o que fez o adolescente australiano Casey Heynes, o mais recente fenômeno da internet. O vídeo mostrando a tentativa de bullying e a inesperada reação do garoto tornou-se viral.</p>
<p>eynes, 16, passou a vida escolar sendo humilhado por causa de seu peso. No último ataque, um garoto muito menor, cercado e estimulado por colegas, começou a socá-lo. Pela primeira vez, Heynes reagiu e, num golpe digno de videogame, levantou o agressor e o jogou no chão.</p>
<p>Ele se tornou um herói porque deu um basta à discriminação que a maioria dos gordos sofre calada. &#8220;Eu me senti vingado&#8221; foi o comentário mais postado pelo exército de fãs formado logo depois de o vídeo ser divulgado.</p>
<p>Se o tipo de reação de Heynes foi um caso isolado, as iniciativas para acabar com o preconceito contra os gordos não são. E não é exagero falar em preconceito &#8211;ou discriminar alguém por uma característica física é o quê?</p>
<p>&#8220;O Brasil tem tradição de preconceito velado. Com o gordo, justificam falando que estão preocupados com a saúde, mas &#8216;pera&#8217; lá: gordura não é sinônimo de doença&#8221;, dispara o educador Lucio Luiz, 32, da equipe do site Papo de Gordo (<a href="http://papodegordo.mtv.uol.com.br/" target="_blank">http://papodegordo.mtv.uol.com.br</a>).</p>
<p>Para provar que dá para ser gordo e saudável ao mesmo tempo, a equipe do site promoveu, em janeiro, uma caminhada com comilança pelas ruas de São Paulo.</p>
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		<title>Conselho aperta cerco ao grupo da medicina estética</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 17:39:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>webplanos</dc:creator>
				<category><![CDATA[WebPlanos]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia estética]]></category>
		<category><![CDATA[medicina estética]]></category>

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		<description><![CDATA[O CFM (Conselho Federal de Medicina) quer fechar o cerco à medicina estética, que, apesar de ter até sociedade brasileira, não é considerada uma especialidade. &#8220;Qualquer médico que disser que está fazendo medicina estética está contra lei&#8221;, diz Antônio Pinheiro, conselheiro do CFM. No próximo dia 31, a entidade fará uma reunião para discutir publicidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O CFM (Conselho Federal de Medicina) quer fechar o cerco à medicina estética, que, apesar de ter até sociedade brasileira, não é considerada uma especialidade.</p>
<p>&#8220;Qualquer médico que disser que está fazendo medicina estética está contra lei&#8221;, diz Antônio Pinheiro, conselheiro do CFM.</p>
<p>No próximo dia 31, a entidade fará uma reunião para discutir publicidade médica. Hoje, já é considerado ilegal pelo conselho que um médico faça propaganda da &#8220;especialidade&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.webplanos.com.br/blog/wp-content//cirurgia-plastica-no-rosto.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2304" src="http://www.webplanos.com.br/blog/wp-content//cirurgia-plastica-no-rosto-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Agora, o conselho quer definir melhor quais casos são considerados publicidade. &#8220;Vamos construir uma padronização. Só o ato de anunciar &#8220;medicina estética&#8221;, mesmo que seja no cartão de apresentação, no carimbo ou na placa do consultório, será irregular&#8221;, diz Emmanuel Fortes, terceiro vice-presidente do CFM e coordenador da Codame (comissão de propaganda médica).</p>
<p>As restrições à publicidade profissional devem vetar outras práticas, como o anúncio de cirurgia plástica por não cirurgiões.</p>
<p>A medicina estética existe no Brasil de forma organizada desde 1987, quando foi criada a sociedade brasileira. Há 15 anos, a entidade dá cursos de pós-graduação lato sensu (popularmente chamados de especialização).</p>
<p>Para fazer o curso, que dura dois anos, basta ser médico. Não é preciso ter nenhuma outra especialidade.</p>
<p>Para Valcinir Bedin, presidente da regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Medicina Estética, a proibição é desnecessária e exagerada.</p>
<p>&#8220;Quando informamos que fazemos medicina estética, não dizemos que é uma especialidade. É como se fosse uma área de atuação&#8221;, diz.</p>
<p>Para ele, a medicina estética preenche uma lacuna entre a dermatologia e a cirurgia plástica. O profissional é capaz de fazer procedimentos como peelings, botox e preenchimentos de rugas.</p>
<p>Segundo o CFM, as outras especialidades já são capacitadas para fazer esse tipo de intervenção.</p>
<p><strong>QUEM FAZ PLÁSTICA</strong></p>
<p>Para Cláudio Roncatti, cirurgião plástico, o problema esbarra em outra questão mais séria: muitas vezes, a medicina estética passa uma falsa ideia de especialização em cirurgia plástica. &#8220;Para ser cirurgião, não basta fazer um curso rápido&#8221;, diz.</p>
<p>Bedin reconhece que muitos médicos da área estética acabam fazendo essas cirurgias, mas condena a prática.</p>
<p>&#8220;Devemos fazer procedimentos não cirúrgicos&#8221;, diz.</p>
<p>Ao ser mais rigoroso com a publicidade médica, o CFM também pretende inibir que outras especialidades que não a dos cirurgiões plásticos façam esse tipo de procedimento. &#8220;Não podemos proibir que outros médicos façam plástica, mas podemos proibir que eles divulguem isso&#8221;, afirma Pinheiro.</p>
<p>De acordo com Sebastião Guerra, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, hoje já não é permitido que não cirurgiões façam lipoaspiração.</p>
<p>&#8220;Vale para qualquer tipo de lipoaspiração, mesmo as pequenas, que não precisam de internação.&#8221;</p>
<p><a href="http://www.webplanos.com.br/blog/wp-content//estetica1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2303" src="http://www.webplanos.com.br/blog/wp-content//estetica1.jpg" alt="" width="500" height="200" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/893835-conselho-aperta-cerco-ao-grupo-da-medicina-estetica.shtml">Folha de São Paulo</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Allianz Saúde cresce 19,3% em 2010</title>
		<link>http://www.webplanos.com.br/blog/index.php/2011/03/allianz-saude-cresce-193-em-2010/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Mar 2011 19:13:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Plano de Saúde Allianz]]></category>

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		<description><![CDATA[A Allianz Saúde, braço de seguro saúde da Allianz Seguros, obteve prêmios retidos da ordem de R$ 437,8 milhões em 2010, com alta de 19,3% sobre o ano anterior. O lucro líquido foi de R$ 22,1 milhões, com incremento de 51,4% em relação ao período anterior e o retorno sobre o patrimônio líquido foi de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://bit.ly/dfWQkM">Allianz Saúde</a>, braço de seguro saúde da Allianz Seguros, obteve prêmios retidos da ordem de R$ 437,8 milhões em 2010, com alta de 19,3% sobre o ano anterior. O lucro líquido foi de R$ 22,1 milhões, com incremento de 51,4% em relação ao período anterior e o retorno sobre o patrimônio líquido foi de 20%. As despesas administrativas mantiveram-se equilibradas e o índice combinado fechou o ano em 94,1%.</p>
<p>“Os resultados obtidos comprovam que estamos no caminho certo para dar continuidade à estratégia de crescimento adotada”, diz Max Thiermann, presidente da Allianz Seguros.</p>
<p><strong>Sobre a Allianz Seguros </strong></p>
<p><strong></strong> No país há 106 anos, a Allianz Seguros está presente em todo o território nacional por meio de suas 60 filiais, 1400 funcionários e com o apoio de mais de 16 mil corretores, os responsáveis pela comercialização de seus produtos e serviços para pessoas e empresas. A Allianz Seguros atua no Brasil em ramos elementares e saúde empresarial.  A Allianz Seguros é uma empresa do Grupo Allianz SE, um dos líderes mundiais em seguros e o maior da Europa. O grupo conta com 180 mil funcionários que atendem cerca de 80 milhões de clientes em mais de 70 países. Além de oferecer produtos e serviços, a Allianz também se destaca na área de pesquisa de grandes riscos, estudos de sustentabilidade e nos investimentos em fontes renováveis de energia.  A Allianz SE é membro da Transparência Internacional e apóia os princípios do Pacto Global das Nações Unidas e as Diretrizes da OCDE para Multinacionais por meio de seu Código de Conduta. A organização é uma das líderes do setor de seguros no índice Dow Jones de Sustentabilidade, listado no FTSE4GOOD e no Carbon Disclosure Leadership Index (Carbon Disclosure Project, CDP6).</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=31241:-allianz-saude-cresce-193-em-2010&amp;catid=45:cat-seguros&amp;Itemid=324">Segs</a></p>
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		<title>SP inova técnica contra pedra no rim</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 13:59:33 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[pedra no rim]]></category>

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		<description><![CDATA[Os casos mais complexos de pedra nos rins, em que o cálculo tem diâmetro superior a 2,5 centímetros, já podem ser resolvidos por meio de uma cirurgia sem cortes, inédita no País para esse fim, realizada pelo Centro de Referência da Saúde do Homem, órgão da Secretaria de Estado da Saúde. Antes do novo procedimento, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os casos mais complexos de pedra nos rins, em que o cálculo tem diâmetro superior a 2,5 centímetros, já podem ser resolvidos por meio de uma cirurgia sem cortes, inédita no País para esse fim, realizada pelo Centro de Referência da Saúde do Homem, órgão da Secretaria de Estado da Saúde.</p>
<p>Antes do novo procedimento, chamado<strong> single port</strong>, cálculos grandes que se alojavam em regiões delicadas, como o ureter, por exemplo, eram retirados mediante grandes cortes no abdômen. “Trata-se de uma evolução. Começamos usando esse procedimento para a cirurgia de próstata e, agora, estamos ampliando para a retirada de cálculo”, diz o urologista Joaquim Claro, do Centro de Referência.</p>
<p>O cálculo renal é um problema comum e a Secretaria de Estado da Saúde estima que 10% dos brasileiros irão passar por ele até os 70 anos de idade. Quem já teve, como Fernando Celso Teixeira, de 29 anos, garante que as dores provocadas pelas cólicas são fortíssimas. “Cheguei a deitar na rua de dor”, lembra.</p>
<p>O problema atinge uma mulher a cada três homens. Mas, segundo Claro, elas também podem ser atendidas no Centro de Referência da Saúde do Homem se tiverem indicação para esse tipo de cirurgia. Os pacientes devem ser encaminhados pelas Unidades Básicas de Saúde (UBS) ou pelas unidades de emergência.</p>
<p>O médico explica que o procedimento é feito por meio de um único furo no abdômen ou na região lombar do paciente. Isso é possível graças a um dispositivo chamado Gelpoint, que é um gel super-resistente fixado sobre o orifício. Nesse gel são inseridos três equipamentos – uma câmera, um instrumento que vai cortar a pedra e uma pinça para retirá-la.</p>
<p>A presença desse gel permite que os movimentos dos equipamentos sejam precisos mesmo através de um orifício pequeno. De acordo com o médico Rodrigo Bueno de Oliveira, da Sociedade Brasileira de Nefrologia, o cálculo é mais comum em pessoas sedentárias com idade entre 30 e 50 anos.</p>
<p>E os casos “têm aumentado consideravelmente”, segundo o urologista Gustavo Alarcon, do Hospital São Luiz. Para ele, isso se deve “provavelmente aos hábitos alimentares da população”. Ou seja: muito sal, muita carne e pouca água.</p>
<p>“Existe a origem genética, em que o paciente tem alterações metabólicas e anatômicas, e a origem que decorre das características da alimentação e da ingestão de líquidos”, analisa.</p>
<p>Os pacientes podem descobrir a existência do cálculo ou por exames de rotina ou quando começam a ter cólicas renais agudas. “Nos grandes centros urbanos, cerca de 50% dos casos são descobertos de maneira incidental”, afirma o urologista Paulo Rodrigues, do Hospital 9 de Julho.</p>
<p>Para pedras menores, a técnica usada é a endoscopia pelo canal urinário, em que um aparelho é introduzido pela uretra até o local da obstrução. Lá, ondas quebram a pedra e, depois, os fragmentos são retirados. Em outros casos, o método mais adequado é a litotripsia extracorpórea por ondas de choque.</p>
<p>Trata-se de um aparelho externo que emite ondas que fragmentam o cálculo sem danificar os tecidos nobres do organismo.</p>
<p>Fonte:<a href="http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/sp-inova-em-tecnica-contra-pedra-no-rim/"> JT</a></p>
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		<title>Médicos paralisam atendimento por um dia</title>
		<link>http://www.webplanos.com.br/blog/index.php/2011/03/medicos-paralisam-atendimento-por-um-dia/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Mar 2011 17:07:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>webplanos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Planos de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[paralisação]]></category>

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		<description><![CDATA[No próximo dia 07 de abril, por ocasião do Dia Mundial da Saúde, médicos de todo o Brasil, que atendem através de Planos de Saúde, vão promover o Dia Nacional de Paralisação. Nesse dia, não serão realizadas consultas e outros procedimentos eletivos de pacientes conveniados a planos de saúde, só atendendo os casos de urgência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>No próximo dia 07 de abril, por ocasião do Dia Mundial da Saúde, médicos de todo o Brasil, que atendem através de Planos de Saúde, vão promover o Dia Nacional de Paralisação.</em></p>
<p>Nesse dia, não serão realizadas consultas e outros procedimentos eletivos de pacientes conveniados a <a href="http://bit.ly/dgcrft">planos de saúde</a>, só atendendo os casos de urgência e emergência. Os pacientes previamente agendados serão atendidos em nova data. &#8220;Trata-se de um ato em defesa da saúde complementar, da prática segura e eficaz da medicina e, especialmente, por mais qualidade na assistência prestada aos cidadãos&#8221;, diz a Carta Aberta a População, que está sendo distribuída pela categoria.</p>
<p>Os 160 mil médicos brasileiros, que atuam na saúde suplementar, protestam contra os reajustes irrisórios dos honorários, muito abaixo da inflação. Em sete anos, os planos médicos-hospitalares tiveram 129% de incremento na movimentação financeira, passando de R$ 28 bilhões para R$ 64,2 bilhões. O valor da consulta, no mesmo período, subiu apenas 44%. Em 2011, há operadoras que ainda pagam ao médico de R$ 20,00 a R$ 25,00 por consulta.</p>
<p>No Ceará, a mobilização em torno do Dia Nacional de Paralisação do Atendimento aos <a href="http://bit.ly/dgcrft">Planos de Saúde</a>, está sendo organizada pelo Sindicato dos Médicos do Estado do Ceará &#8211; SIMEC e pela Associação Médica Cearense &#8211; AMC. Na última quinta-feira (17.03) o presidente do SIMEC, José Maria Pontes, e da AMC, Florentino Cardoso, se reuniram com presidentes de sociedades e cooperativas médicas e com um representante do Conselho Regional de Medicina, com o objetivo de preparar e divulgar entre a categoria, o dia de paralisação.</p>
<p>Para José Maria Pontes é preciso uma reação forte contra a exploração dos <a href="http://bit.ly/dgcrft">planos de saúde</a>. &#8220;Não podemos nos acomodar&#8221;, disse, mostrando a necessidade de chamar a atenção da sociedade para o problema, que no final, atinge principalmente a população. &#8220;Tudo que os <a href="http://bit.ly/dgcrft">planos de saúde</a> fazem é para favorecer a eles mesmos. Muitos médicos estão fechando consultórios, ou passando a atender só consultas particulares. Não dá pra viver com o valor irrisório que os planos pagam por uma consulta&#8221;, afirmou.</p>
<p>Já o presidente da AMC, Florentino Cardoso, disso que é preciso denunciar a interferência dos <a href="http://bit.ly/dgcrft">planos de saúde</a> na autonomia do médico e exigir das operadoras e da ANS a regularização dos contratos, que não têm cláusulas de periodicidade e critérios de reajustes, contrariando a regulamentação existente.</p>
<p><strong>Reivindicações dos médicos</strong></p>
<p>- Reajustes honorários médicos, tendo como balizador os valores da CBHPM &#8211; sexta edição.<br />
- Regularização dos contratos conforme a Resolução ANS Nº 71/2004.<br />
- Aprovação de projetos de lei que contemple a relação entre médicos e <a href="http://bit.ly/dgcrft">planos de saúde</a>.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.vermelho.org.br/ce/noticia.php?id_noticia=150068&amp;id_secao=61">Vermelho</a></p>
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		<title>Médico alerta para excesso de diagnósticos e exames preventivos</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 13:35:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>webplanos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[diagnósticos]]></category>

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		<description><![CDATA[Doenças devem ser detectadas o quanto antes, para que haja sucesso no tratamento, certo? Não, segundo o médico americano H. Gilbert Welch. O especialista em clínica médica é autor de &#8220;Overdiagnosed&#8221;, recém-lançado nos Estados Unidos. No livro, Welch, pesquisador da Universidade Dartmouth, afirma que a epidemia de exames preventivos, ou &#8220;screening&#8221;, como são chamados nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Doenças devem ser detectadas o quanto antes, para que haja sucesso no tratamento, certo?</p>
<p>Não, segundo o médico americano H. Gilbert Welch. O especialista em clínica médica é autor de &#8220;Overdiagnosed&#8221;, recém-lançado nos Estados Unidos.</p>
<p>No livro, Welch, pesquisador da Universidade Dartmouth, afirma que a epidemia de exames preventivos, ou &#8220;screening&#8221;, como são chamados nos EUA, coloca a população em perigo mais do que salva vidas.</p>
<p>Citando pesquisas, ele mostra evidências de que muita gente está recebendo &#8220;sobrediagnóstico&#8221;: são tratadas por doenças que nunca chegariam a incomodá-las, mas que são detectadas nos testes preventivos.</p>
<p>&#8220;O jeito mais rápido de ter câncer? Fazendo exame para detectar câncer<strong><span style="font-weight: normal">, </span></strong>disse ele à<strong> </strong>Folha*, por telefone.</p>
<p><a href="http://www.webplanos.com.br/blog/wp-content//diagnostico1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2288" src="http://www.webplanos.com.br/blog/wp-content//diagnostico1.jpg" alt="" width="350" height="263" /></a></p>
<p><strong>Folha &#8211; Como exames preventivos podem fazer mal?</strong></p>
<p><strong>H. Gilbert Welch -</strong> A prevenção tem dois lados. Um é a promoção da saúde. É o que sua avó dizia: &#8220;Vá brincar lá fora, coma frutas, não fume&#8221;. Mas a prevenção entrou no modelo médico, virou procurar coisas erradas em gente saudável, virou detecção precoce de doenças. Isso faz mal. Não estou dizendo que as pessoas nunca devem ir ao médico quando estão bem. Mas a detecção precoce também pode causar danos.</p>
<p><strong>De que maneira isso ocorre?</strong></p>
<p>Quando procuramos muito algo de errado, vamos acabar achando, porque quase todos temos algo errado. Os médicos não sabem quais anormalidades vão ter consequências sérias, então tratam todas. E todo tratamento tem efeitos colaterais.</p>
<p>Há um conjunto de males que podem decorrer de um diagnóstico: ansiedade por ouvir que há algo errado, chateação de ter que ir de novo ao médico, fazer mais exames, lidar com convênio, efeitos colaterais de remédios, complicações cirúrgicas e até a morte.</p>
<p>Para quem está doente, esses problemas não são nada perto dos benefícios do tratamento. Mas é muito difícil para um médico fazer uma pessoa sadia se sentir melhor. No entanto, não é difícil fazê-la se sentir pior.</p>
<p><strong>Os médicos dizem que a detecção precoce é essencial no caso do câncer. Mas você diz que é perigoso. Não se deve tratar qualquer tumor inicial?</strong></p>
<p>Não. Se formos tratar todos os cânceres quando estão começando, vamos tratar todo o mundo. Todos nós, conforme envelhecemos, abrigamos formas iniciais de câncer. Se investigarmos exaustivamente vamos achar câncer de tireoide, mama e próstata em quase todos. A resposta não pode ser tratar todos e nem tratar todo mundo. Ninguém mais ia ter tireoide, mamas ou próstata. Câncer de próstata é o símbolo dessa questão.</p>
<p><strong>Por quê?</strong></p>
<p>Há 20 anos, um teste de sangue foi introduzido para detectar câncer de próstata. Vinte anos depois, 1 milhão de americanos foram tratados por causa de um tumor que nunca chegaria a incomodá-los. Esse teste é o PSA [antígeno prostático específico]. Muitos homens têm números anormais de PSA. Eles fazem biópsias e muitos têm cânceres microscópicos e fazem tratamento, o que não é mero detalhe. Pode ser retirada da próstata ou radioterapia. Isso leva, em um terço dos homens, a problemas sexuais, urinários ou intestinais. Alguns até morrem na operação. Não podemos continuar supondo que buscar a saúde é procurar doenças.</p>
<p><strong>Qual é o impacto desses testes de próstata na população?</strong></p>
<p>Um estudo europeu mostrou que é necessário fazer exames preventivos de PSA em mil homens entre os 50 e 70 anos, por dez anos, para evitar a morte por câncer de uma pessoa. É bom ajudar uma pessoa. Mas precisamos prestar atenção às outras 999. Por causa desses exames, de 30 a 100 homens são tratados sem necessidade.</p>
<p>As pessoas precisam refletir. Cada mulher pode decidir se quer fazer mamografia todo ano. Mas temo que estejamos coagindo, assustando e incutindo culpa nelas, para que façam mamografias.</p>
<p><strong>Mas a detecção precoce não é o fator que mais reduz a mortalidade de câncer de mama?</strong></p>
<p>Na verdade, não. Os esforços mais relevantes no câncer de mama vêm de tratamentos melhores, como quimioterapia e hormônios. Os avanços no tratamento nos últimos 20 anos reduziram a mortalidade em 50%.</p>
<p>O problema é se adiantar aos sintomas. Não há dúvida de que uma mulher que percebe um caroço deva fazer uma mamografia. Isso não é teste preventivo, é exame diagnóstico. Claro que os médicos preferem ver uma mulher com um pequeno nódulo no seio do que esperar até que ela desenvolva uma grande massa. A questão não é entre atendimento cedo ou tarde, mas entre buscar atendimento logo que você fica doente e procurar doenças em quem não tem nada.</p>
<p><strong>Critérios usados em exames como de pressão e diabetes estão mais rígidos. Estão deixando todo mundo &#8220;doente&#8221;?</strong></p>
<p>Sim. Somos muito tirânicos sobre saúde. O que é saúde? Se formos medicalizar a definição de saúde, seria: &#8220;Não conseguimos achar nada errado&#8221;. A pressão está abaixo de 12 por 8, o colesterol está abaixo de tal valor, fizemos uma tomografia e não há nada de errado. Se essa virar a definição de saúde, pouquíssimas pessoas serão saudáveis. É certo tachar a maioria como doente? Saúde é muito mais do que a ausência de anormalidades físicas.</p>
<p><strong>Por que essa conduta está se tornando dominante?</strong></p>
<p>Os médicos recebem mais para fazer mais, o que ajuda a alimentar o círculo vicioso da detecção precoce. É um bom jeito de recrutar mais pacientes, de vender mais remédios ou exames. Nos EUA, há os problemas de ordem legal. Os advogados processam os médicos por falta de diagnóstico, mas não há punições para sobrediagnóstico.</p>
<p>E tem quem creia realmente na detecção precoce. Nunca se diz que há perigo nisso. Pacientes diagnosticados com câncer de próstata e mama por detecção precoce têm muito mais risco de serem sobrediagnosticados do que ajudados pelo teste. Quando você ouve histórias de sobreviventes de câncer, na maioria das vezes o paciente acha que sua vida foi salva porque ele fez um exame preventivo.</p>
<p><strong>E isso não é verdade?</strong></p>
<p>Ele tem mais chance de ter sido tratado sem necessidade. Histórias de sobreviventes geram mais entusiasmo por testes e levam mais pessoas a procurar doenças, gerando sobrediagnóstico.</p>
<p><strong>O que fazer para evitar isso?</strong></p>
<p>Um paciente nunca vai saber se recebeu um sobrediagnóstico. Nem o médico sabe. Não é preciso decidir para sempre se você vai ou não fazer exames. Mas todos os dias novos testes são criados. É preciso ter um ceticismo saudável sobre isso.</p>
<p>*</p>
<p><strong>CÂNCER E DIAGNÓSTICO</strong></p>
<p><strong>250 mil</strong> mulheres americanas são diagnosticadas com câncer de mama por ano; 40 mil morrem</p>
<p><strong>24%</strong> das mulheres têm ao menos um resultado falso-positivo em mamografias, mostra pesquisa feita por 10 anos</p>
<p><strong>186 mil</strong> homens são diagnosticados com câncer de próstata ao ano nos EUA; 29 mil morrem</p>
<p><strong>Nenhuma</strong> morte por câncer de próstata foi evitada após 10 anos de exames preventivo</p>
<p>Fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/891473-medico-alerta-para-excesso-de-diagnosticos-e-exames-preventivos.shtml">Folha de São Paulo</a></p>
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